Quinta-feira, 20h. Não havia uma única viv'alma jogando sinuca no Dacom.
É, amigos, parece mesmo que a fabico que conhecemos já se foi.
sábado, 29 de agosto de 2009
In memoriam.
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Frau Bersch
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18:54
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Marcadores: fabico, tempos modernos
sábado, 22 de agosto de 2009
Momento citação da semana
If I told you things I did before
Told you how I used to be
Would you go along with someone like me?
If you knew my story word for word
Had all of my history
Would you go along with someone like me?
(Young folks - Peter, Bjorn & John)
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Frau Bersch
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13:49
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Momento citação da semana
É mais fácil cultuar os mortos que os vivos,
mais fácil viver de sombras que de sóis.
É mais fácil mimeografar o passado
Que imprimir o futuro...
Não quero ser triste como o poeta
que envelhece lendo Maiakóvski na loja de conveniência.
Não quero ser alegre como o cão que sai a passear
com o seu dono alegre sob o sol de domingo.
Nem quero ser estanque
como quem constrói estradas e não anda!
Quero no escuro
como um cego tatear estrelas distraídas!
Quero no escuro
como um cego tatear estrelas distraídas...
Amoras silvestres no passeio público,
Amores secretos debaixo dos guarda-chuvas!
Tempestades que não param: pára-raios! Quem não tem?
Mesmo que não venha o trem não posso parar!
Tempestades que não param: pára-raios! Quem não tem?
Mesmo que não venha o trem não posso parar...
Veja o mundo passar como passa uma escola de samba que atravessa!
Pergunto onde estão teus tamborins?
Pergunto onde estão teus tamborins?
Sentado na porta de minha casa,
a mesma e única casa, a casa onde eu sempre morei...
(Minha Casa, Zeca Baleiro)
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Maré alta.
Sabe quando tudo na tua vida anda dando tão certo, mas tão certo, que parece que alguma coisa vai dar errado a qualquer instante?
Daí eu fico pensando que o mundo às vezes sabe ser injusto. A meu favor. E eu fico me perguntando quais são as regras que definem quem tem que ter sorte na vida e quem tem que ter azar. Qual é a seleção natural que diz que algumas pessoas vão estar morrendo de câncer ou de, vá lá, gripe A, enquanto outras podem se dar o luxo de reclamar por causa de um simples resfriado? Qual é a grande boa-ação que faz alguém merecer uma promoção enquanto outro recebe a carta de demissão?
Quando eu me dou conta do tamanho da sorte que eu tenho nessa vida, me dá uma noção de responsabilidade com a qual eu ainda não sei direito como lidar. Parece que o mundo espera algo de mim que me torne merecedora da minha família, dos meus amigos, da minha estabilidade, do meu (agora) emprego, das minhas oportunidades. E parece que eu não correspondo a essas espectativas. Ou ao menos não consigo ver aonde posso estar correspondendo.
Exemplo extremamente banal, mas que me levantou esse monte de pensamentos: eu passava esses dias por uma parada de ônibus, onde vi que um cego fazia sinal aleatoriamente para uma lotação que passava. Vi que ele era cego, vi que o sinal que ele fazia era aleatório, mas nem me dei conta do que eu pudesse ter a ver com isso até que uma moça que também estava chegando ali se adiantou para perguntar a ele qual era o ônibus de que precisava. Um gesto simples, indolor, eficiente. E eu nem sequer tinha cogitado. Continuei andando e pensando "essa guria é bem melhor do que eu".
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Frau Bersch
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11:20
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Marcadores: filosofia do bar, internas, querido diário
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Tchi bunitchinhu!
Adoro crianças cantando. Dá vontade de levar pra casa pra enfeitar a estante da sala. Se um dia eu tiver filhos, eles vão ter que ser que nem esses, se não eu devolvo no fornecedor.
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Frau Bersch
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09:38
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Marcadores: dueto de gatos, les petits chanteurs a la croix de bois, música, pccb
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Rapidinha
"Vida" é o que acontece enquanto você fica sentado na frente do computador.
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Frau Bersch
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09:37
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Marcadores: férias, rapidinhas
Dizendo tudo sem dizer nada.
É incrível como fantasmas do passado nem sempre são fantasmas e quase nunca ficam no passado.
Não me orgulho nada disso, até porque no fundo é um sinal de fraqueza, mas não consigo deixar de gostar da sensação de "who is the loser now?" que precede encontros sociais na terrinha.